Ibovespa encerrou a sequência de baixas e teve a melhor semana desde janeiro, o IBOV, principal índice da bolsa de valores, encerrou a semana registrando 115.202 pontos, o que representou uma variação positiva de +4,70% na semana. No acumulado em 2021 (gráfico abaixo), o IBOV está negativo, com uma queda de -3,21% até o momento.



volume total de negociações no IBOV foi de aproximadamente R$ 174,4 bilhões, com média diária de R$ 34,8 bilhões, volume médio -9,84% menor quando comparado com a semana anterior. No lado positivo das empresas, a ação com maior valorização na semana foi a PCAR3 com +38,0%, na ponta contrária, a maior desvalorização foi a BTOW3 com -12,8% de queda no acumulado semanal.

Já o IFIX, índice de referência dos Fundos de Investimentos Imobiliários, encerrou a semana aos 2.852 pontos, o que representou uma queda de -1,17% na semana. No acumulado em 2021 (gráfico abaixo), o IFIX está negativo, com uma queda de -0,61% até o momento.



volume de negociações no IFIX foi de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, com média diária de R$ 253,7 milhões, volume médio -11,1% menor quando comparado com a semana anterior. No lado positivo dos fundos, o FII com maior valorização na semana foi o VGIP11 com +5,93%, na ponta contrária, a maior desvalorização foi o HTMX11 com -6,55% de queda no acumulado semanal.

No noticiário do cenário internacional, a semana foi turbulenta. Mercados globais tiveram fortes altas na segunda-feira com a aprovação do pacote de estímulos de US$1,9 trilhão na Câmara.

Mas o movimento reverteu depois que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, desapontou investidores em seu discurso sobre a alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, que dispararam novamente.

Na sexta, mercados se animaram novamente após a divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA que superaram expectativas. O relatório mostrou que 379.000 vagas foram criadas em fevereiro e o desemprego caiu para 6,2%, apontando para o fortalecimento da economia americana.

No acumulado da semana, a Europa recuou -0,5% e a Ásia subiu +0,3%. Nos EUA, o S&P 500 e Dow Jones subiram +0,8% e +1,8%, respectivamente, porém a Nasdaq, focada no setor de tecnologia, caiu -2,1%.

BDRX, índice que representa a carteira teórica dos BDRs não patrocinados negociados na B3, encerrou a semana aos 12.856 pontos, o que representou uma alta de +1,30% na semana. No acumulado em 2021 (gráfico abaixo), o BDRX está positivo, com uma alta de +11,71% até o momento.



volume de negociações no BDRX foi de aproximadamente R$ 1,7 bilhão, com média diária de R$ 350,7 milhões, volume médio -5,83% menor quando comparado com a semana anterior. No lado positivo, o BDR com maior valorização na semana foi o A1PA34 com +15,44%, na ponta contrária, a maior desvalorização foi o A1MD34 com -6,50% de queda no acumulado semanal.

No Brasil, a Bolsa subiu em meio a uma alta do petróleo, com o Brent chegando a US$ 69 por barril, e a aprovação da PEC Emergencial no Senado. Este, por sua vez, foi aprovado sem o “fatiamento” e mantendo o Bolsa Família dentro da regra do teto de gastos, o que amenizou preocupações fiscais.

A proposta agora passa para a Câmara dos Deputados onde dever ser aprovada rapidamente e sem alterações. Cabe destacar que nesta última semana (imagem abaixo), mais de 80% das empresas listadas no Ibovespa divulgaram seus resultados referente ao 4T de 2020.



No âmbito de câmbio e juros, o Dólar fechou a semana com alta de +1,42% em relação ao Real, em R$ 5,68/USD. Já a curva DI para o vértice de janeiro/31 apresentou queda, abrindo 24 bps abaixo na semana, atingindo 8,3%.

Na última semana, as taxas futuras fecharam em queda em toda a curva e as NTN-Bs seguiram movimento semelhante. A semana teve momentos de tensão, com a possibilidade de ampliação do risco fiscal caso o Bolsa Família ficasse fora do teto de gastos.

No entanto, mais para o fim da semana, com participação de Arthur Lira e mudança de posição do presidente Jair Bolsonaro, e possibilidade foi revertida, o que trouxe alívio ao mercado.



Artigos mais lidos da semana:
PIB recua 4,1% em 2020, melhor que o esperado, mas diz pouco sobre 2021.
– Mundo em 60s: Superciclo de commodities.
A evolução não tem volta.
Panorama Mensal de Fundos – Março 2021.
Economia em destaque: cenário econômico internacional e doméstico.

O que esperar na próxima semana?
As pesquisas mensais do comércio e do setor de serviços, o IPCA de fevereiro e o cadastro geral de janeiro de empregados e desempregados no mercado de trabalho formal brasileiro (Caged) serão os principais destaques da agenda econômica nacional da próxima semana. No exterior, os destaques serão o PIB da Zona do Euro e o CPI das principais economias globais. Clique aqui para ler o relatório completo.



Boa semana e excelentes negócios.

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